terça-feira, 28 de abril de 2009

Á Lord Byron




A morte ri de nós
Enquanto nos preocupamos em viver.
Mertamorfoseada em sorrisos
Minhas lágrimas salgadas dramáticas.

Cavalheiro de cabelos cacheados
Coxo por natureza, que penso ser um dom divino
Não nascestes com pretextos ruins
Mas sim com o dom de costurar os sentimentos.

Sou de ti, a dama mais fogosa
A que se entregou com todo o gosto ao esmo
E a Morte, Oh! pobre Morte,
De mim não irá cobrar o perdão te acariciar-te

Mas, lembro-me de uma frase dita
Quando os rostos se aproximam
Melhor é que se cerrem os olhos
E abram-se as bocas.

Tu, foi de mim a inspiração completa
Não sei se compreendes pois tão longe já estivera
Em terras distantes com nobres damas
A esquentar teu leito em noites frias.

Tenha certeza, Oh! nobre cavalheiro
Tu és pra mim, a Utopia
A máscara que cai enquanto choro por ti
O mundo que baila em cima do céu e do inferno.

Não há anjos para trazerem você de volta
Mesmo que houvesse, seria mais fácil que me levassem
Pois te amar como amo,
É um passo para se condenar.

Se já não bastasse as flores murchas
Se já não bastasse o mármore frio
Tenho teus versos guardados
Para afagar-me quando sinto o vazio.

Lady Byron
Nayara K.


(Poema retratando o meu amor por Lord Byron de forma utópica, pois ele não pertence mais a este mundo, e sempre penso nele como o melhor homem já existente. Amor incondicional e platônico por alguém na qual tenho certeza que nunca verei: George Gordon Noel Byron.)

3 comentários:

Olavo disse...

Um belo poema..Parabens
Bjs

Daniel Braga disse...

Lindo poema, amor. Adorei a ultima estrofe, perfeita.

Até a próxima. Beijos.

*DB*

Mateus Araujo disse...

Enquanto Byron é tua utopia, Tu és a minha!
porém ainda neste plano, na qual temos que saciar a morte não no final e sim vivê-la para chegarmos aos finalmente vivos!
EU TE AMO NAYARA K. ♥